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    <title>Brixia — Blog</title>
    <link>https://brixia.com.br/en/blog</link>
    <description>AI applied to what actually works. Practical content about AI, automation and data — no hype.</description>
    <language>en-US</language>
    <lastBuildDate>Wed, 12 Mar 2025 10:00:00 +0000</lastBuildDate>
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    <item>
      <title>Por que a maioria dos projetos de IA falha</title>
      <link>https://brixia.com.br/en/blog/projetos-ia-falham</link>
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      <pubDate>Wed, 12 Mar 2025 10:00:00 +0000</pubDate>
      <category>IA na Prática</category>
      <dc:creator>Brixia</dc:creator>
      <description>Não é o modelo. Não é a tecnologia. É quase sempre uma das três armadilhas a seguir — e todas são evitáveis.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<h2>A estatística desconfortável</h2>
<p>Cerca de 70% dos projetos de IA não chegam à produção. As razões raramente são técnicas.</p>
<h2>Armadilha 1: começar pela ferramenta</h2>
<p>Escolher a tecnologia antes de entender o problema é como comprar uma furadeira sem saber onde será o furo. O resultado é uma demo bonita que ninguém usa.</p>
<h2>Armadilha 2: ignorar o operacional</h2>
<p>Um modelo que precisa de intervenção humana toda semana, sem que ninguém seja responsável por isso, vira abandono em três meses. Quem opera, quem monitora, quem corrige?</p>
<h2>Armadilha 3: prometer o impossível</h2>
<p>Vender &quot;IA que substitui o time&quot; cria expectativa irreal. IA bem aplicada amplia o time — e isso já é transformador.</p>
<h2>O caminho que funciona</h2>
<p>1. Comece pelo problema, não pela tecnologia 2. Defina sucesso em métricas que importam para o negócio 3. Garanta operação antes de escalar 4. Itere com humildade</p>
<p>Projetos que seguem esses passos não viram manchete — mas viram resultado. E é isso que importa.</p>]]></content:encoded>
    </item>
    <item>
      <title>Automação vs. IA: quando usar cada uma</title>
      <link>https://brixia.com.br/en/blog/automacao-vs-ia</link>
      <guid isPermaLink="true">https://brixia.com.br/en/blog/automacao-vs-ia</guid>
      <pubDate>Wed, 05 Feb 2025 10:00:00 +0000</pubDate>
      <category>Automação</category>
      <dc:creator>Brixia</dc:creator>
      <description>Confundir automação com IA custa tempo, dinheiro e credibilidade. Um guia direto para escolher a ferramenta certa para o problema certo.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<h2>Não é a mesma coisa</h2>
<p>Automação executa regras. IA aprende padrões. Quando o problema é repetitivo e previsível, automação resolve com menos custo e mais confiabilidade. Quando o problema envolve julgamento, contexto ou ambiguidade, IA passa a fazer sentido.</p>
<h2>Sinais de que automação basta</h2>
<ul><li>O processo tem passos claros e finitos</li><li>As exceções são raras e podem ser tratadas manualmente</li><li>Você consegue descrever a regra em uma frase</li></ul>
<h2>Sinais de que IA é necessária</h2>
<ul><li>O input varia muito (texto livre, imagens, áudio)</li><li>A decisão depende de contexto que muda</li><li>Há valor em melhorar com o tempo</li></ul>
<h2>O combo poderoso</h2>
<p>Na prática, os melhores sistemas misturam os dois: IA classifica e interpreta, automação executa. Tentar resolver tudo com um só lado é o erro mais comum.</p>
<h2>Critério final</h2>
<p>Antes de escolher, pergunte: &quot;Se eu desenhar essa regra em um fluxograma, ela cabe?&quot; Se sim, automação. Se o fluxograma vira um livro, é IA.</p>]]></content:encoded>
    </item>
    <item>
      <title>Como organizar dados antes de aplicar IA</title>
      <link>https://brixia.com.br/en/blog/organizar-dados-ia</link>
      <guid isPermaLink="true">https://brixia.com.br/en/blog/organizar-dados-ia</guid>
      <pubDate>Fri, 10 Jan 2025 10:00:00 +0000</pubDate>
      <category>IA na Prática</category>
      <dc:creator>Brixia</dc:creator>
      <description>Antes de pensar em modelos, dashboards ou agentes, existe uma etapa silenciosa que separa projetos que funcionam dos que viram apresentação de slides: organizar a base.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<h2>O ponto cego dos projetos de IA</h2>
<p>A maior parte dos projetos de IA não falha por falta de tecnologia. Falha porque os dados estão espalhados, duplicados, mal nomeados ou simplesmente não existem no formato que o modelo precisa.</p>
<h2>Os três níveis de organização</h2>
<p><strong>1. Coleta confiável.</strong> Saber de onde o dado vem, com que frequência chega e quem é responsável por ele.</p>
<p><strong>2. Estrutura mínima.</strong> Nomes consistentes, tipos corretos, identificadores únicos. Nada glamouroso — mas é aqui que projetos morrem.</p>
<p><strong>3. Significado compartilhado.</strong> Quando &quot;cliente ativo&quot; significa coisas diferentes para vendas e financeiro, nenhum modelo resolve.</p>
<h2>Por onde começar</h2>
<p>Mapeie os 5 dados mais usados nas decisões da semana passada. Pergunte: onde estão, quem mantém, quão atualizados estão? A resposta honesta dessa pergunta vale mais que qualquer POC.</p>
<h2>O que esperar</h2>
<p>Projetos que começam pela organização são mais lentos no primeiro mês — e infinitamente mais rápidos nos seguintes. IA aplicada bem é, antes de tudo, dados confiáveis bem aplicados.</p>]]></content:encoded>
    </item>
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